A floresta e eu
Sempre tive medo da floresta. Quando dormia sonhava com aquela floresta assustadora, ela me dava calafrios.
Quando acordava tomava o café da manhã, dava bom dia para minha mamãe querida e perguntava se poderia ir à casa de meus amigos. Mamãe deixava e eu saía correndo.
Quando chegava na casa dos meus amigos, eu contava os meus sonhos assustadores para eles. Quando terminava de contar esses sonhos, eles começavam a zombar de mim. Falavam que eu era medrosa e que não tenho coragem. Eu não conseguia agüentar as provocações e saía correndo e chorando. Quando chegava em casa, mamãe me perguntava por que eu estava chorando.Eu contava tudo para ela e saía correndo para o meu quarto,chorava tanto que dava para encher um balde de tantas lágrimas.
Em seguida parava de chorar e pensava sobre o medo que estava dentro de mim. Achava que precisava tomar coragem, teria que ir até a floresta.
Ao amanhecer, antes de ir à escola, abracei mamãe, saí de casa, olhei para a casinha que amava tanto e peguei o caminho para a floresta. No caminho meu coração estava a cem por hora querendo sair e explodir. Virava a cabeça e olhava a minha cidade e chorava e dava vontade de desistir, mas pensava bem e achava melhor não desistir, pois tinha que tirar esse medo tão grande de mim. Deus estava me ajudando a tomar coragem.
Entrei na floresta ouvi barulhos, fiquei com medo, e quando corri assustada caí e fechei os olhos. Quando abri os olhos fiquei completamente admirada era a coisa mais linda que eu já vi. Lá tinha uma lagoa, pássaros, girafas e muitos macacos. Fiquei lá sentada olhando a paisagem e depois peguei o caminho para a casa.
Quando eu estava no meio do caminho fiquei pensando no que vi na floresta. Pensei que lá era perigoso, mas também existem belezas e assim aprendi uma lição: em todos nós existe um medo, mas devemos acreditar em nós mesmos e vencer esse medo. Assim pude voltar à escola confiante.
Chegando na escola, meus colegas continuaram a mexer comigo mas desta vez simplesmente sorri e continuei andando sem precisar provar para eles a minha coragem.O importante é o que eu sei porque aprendi que nós devemos acreditar em nós mesmos.
Autora: Rayane Cataryne Braz Lucateli
Idade: 9 anos
Sempre tive medo da floresta. Quando dormia sonhava com aquela floresta assustadora, ela me dava calafrios.
Quando acordava tomava o café da manhã, dava bom dia para minha mamãe querida e perguntava se poderia ir à casa de meus amigos. Mamãe deixava e eu saía correndo.
Quando chegava na casa dos meus amigos, eu contava os meus sonhos assustadores para eles. Quando terminava de contar esses sonhos, eles começavam a zombar de mim. Falavam que eu era medrosa e que não tenho coragem. Eu não conseguia agüentar as provocações e saía correndo e chorando. Quando chegava em casa, mamãe me perguntava por que eu estava chorando.Eu contava tudo para ela e saía correndo para o meu quarto,chorava tanto que dava para encher um balde de tantas lágrimas.
Em seguida parava de chorar e pensava sobre o medo que estava dentro de mim. Achava que precisava tomar coragem, teria que ir até a floresta.
Ao amanhecer, antes de ir à escola, abracei mamãe, saí de casa, olhei para a casinha que amava tanto e peguei o caminho para a floresta. No caminho meu coração estava a cem por hora querendo sair e explodir. Virava a cabeça e olhava a minha cidade e chorava e dava vontade de desistir, mas pensava bem e achava melhor não desistir, pois tinha que tirar esse medo tão grande de mim. Deus estava me ajudando a tomar coragem.
Entrei na floresta ouvi barulhos, fiquei com medo, e quando corri assustada caí e fechei os olhos. Quando abri os olhos fiquei completamente admirada era a coisa mais linda que eu já vi. Lá tinha uma lagoa, pássaros, girafas e muitos macacos. Fiquei lá sentada olhando a paisagem e depois peguei o caminho para a casa.
Quando eu estava no meio do caminho fiquei pensando no que vi na floresta. Pensei que lá era perigoso, mas também existem belezas e assim aprendi uma lição: em todos nós existe um medo, mas devemos acreditar em nós mesmos e vencer esse medo. Assim pude voltar à escola confiante.
Chegando na escola, meus colegas continuaram a mexer comigo mas desta vez simplesmente sorri e continuei andando sem precisar provar para eles a minha coragem.O importante é o que eu sei porque aprendi que nós devemos acreditar em nós mesmos.
Autora: Rayane Cataryne Braz Lucateli
Idade: 9 anos
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